Seahorse (Kuda Laut)
Hippocampus spp.

Os cavalos-marinhos são mestres da camuflagem — peixes minúsculos que se ancoram a ervas marinhas, esponjas e ramos de coral usando as suas caudas preênseis. São predadores de emboscada, permanecendo imóveis exceto por subtis movimentos oculares enquanto esperam que pequenos crustáceos passem à deriva.
Onde poderá observar
Encontram-se em águas rasas protegidas com ervas marinhas, esponjas ou coral mole — tipicamente entre 2 e 6 metros de profundidade. Verifique lagoas calmas, bordas de manguezais e manchas recifais com estrutura complexa. Preferem áreas com corrente mínima onde possam ancorar-se e caçar.
Como identificar
Mova-se lentamente e examine folhas de ervas marinhas, ramos de esponjas e coral à procura de formas pequenas e texturadas que não correspondem exatamente ao ambiente. Procure o perfil curvo distintivo ou a ligeira rotação de um olho. São frequentemente mais pequenos do que se espera — muitas espécies têm menos de 10 cm.
Orientações para um Encontro Responsável
- •Nunca lhes toque — são extremamente frágeis e o stress perturba a sua alimentação.
- •Controle as barbatanas para evitar levantar sedimento que turva a água ou se deposita sobre eles.
- •Não use flash a curta distância — desorienta-os.
- •Não mova ervas marinhas ou esponjas para obter uma melhor vista — deixe-os escondidos se assim o escolherem.
- •Observe brevemente e siga em frente — atenção prolongada causa-lhes stress.
Galeria
Estado de Conservação
O cavalo-marinho pigmeu de Walea, endémico de Togean, está Criticamente Ameaçado (IUCN 3.1). Todos os cavalos-marinhos estão no Apêndice II da CITES.